Academia Paraense de Cinema é lançada em Belém e visa valorizar e fortalecer a produção audiovisual na Amazônia

A Academia Paraense de Cinema foi lançada em 18 de dezembro, no Cine Líbero Luxardo, em Belém. A iniciativa, que tem entre seus fundadores Marco Antonio Moreira e Luzia Álvares, visa promover e fortalecer o cinema paraense.

O evento de lançamento incluiu uma cerimônia de apresentação e a exibição de filmes. A programação teve o curta paraense O Brinquedo Perdido, de Pedro Veriano, e o clássico Em Busca do Ouro, de Charles Chaplin, em versão restaurada em 4K.

Idealizada como um espaço de reconhecimento e valorização da produção local, a proposta é ampliar sua visibilidade e criar um ponto de convergência para profissionais, técnicos, críticos e pesquisadores do setor.

O lançamento oficial da Academia Paraense de Cinema ocorreu no Cine Líbero Luxardo. Foto: Agência Pará.

Objetivos da Academia Paraense de Cinema

Em publicação no Instagram, Marco Antonio Moreira, fundador da Academia e docente da Universidade Federal do Pará (UFPA), explicou os propósitos. Ele afirmou que a Academia Paraense de Cinema pretende reconhecer filmes, profissionais, técnicos e a crítica cinematográfica.

A entidade também visa criar espaços de exibição de obras paraenses e desenvolver ações voltadas à preservação e à memória do audiovisual local.

Atuação e fomento ao audiovisual local

A Academia também visa fomentar projetos de restauração e incentivar políticas públicas de cultura. Além disso, irá promover prêmios, selos de qualidade e eventos focados na crítica e difusão do cinema paraense.

O objetivo é estimular o debate sobre o setor e ampliar o acesso do público às produções locais. O crítico e pesquisador Pedro Veriano foi escolhido como patrono da Academia Paraense de Cinema, em homenagem à sua contribuição histórica ao audiovisual do Pará.

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